ADEUS DEDO PODRE!

ADEUS DEDO PODRE!

Hoje eu vou começar te explicando o que acontece com o “dedo-podre”. Já teve a impressão que você tem o “dom” de escolher caras errados ?

Não se preocupe. Você não é a única, mas sabe porquê isso acontece?

Acho que você já viu essa história: 

A mulher encontra um cara, acha que dessa vez vai dar tudo certo, mas quebra a cara.

Logo depois aparece outro… E de repente parece que o raio caiu de novo no mesmo lugar!

O cara faz pior que o último. Ela fica mal por um tempo, conhece outro e… dá na mesma.

O que está acontecendo? Será a maior falta de sorte do mundo? Não, não. 

Tem 2 fatores aí: a carência e a falta de definição.

Esses dois fatores dão origem ao Dedo-Podre.

Como assim Dulce?

Fácil! Após levar um tombo no relacionamento é comum que a mulher fique carente, o que pode interferir não apenas na percepção de realidade dela, pois a percepção vai direcionar o que ela vai atrair.. e então ela começa a atrair mais e mais cafajestes querendo uma transa fácil. 

Como esta mulher não definiu o perfil de homem que daria certo com ela, ela não tem como enxergar nesse momento de crise e carência que o cara com quem ela está se envolvendo é novamente o cara errado para ela.

E isso leva a um ciclo vicioso: 

Cafa chega, faz besteira, causa a carência, que atrai outro cafa, que causa mais carência…

No Método Magnífica, logo nas primeiras semanas você vai aprender como mudar o rumo dos seus relacionamentos de fracassados para relacionamento de alto valor.

Isso vai diminuir a sua carência e aumentar sua autoestima.

Logo depois, vou te ensinar a identificar qual tipo de homem dá certo com você, Assim você vai saber o quê procurar.

Você saber procurar o cara que se encaixa com você e vice-versa, já é meio caminho andado para o relacionamento sério.

O que seu “dedo podre” nos relacionamentos diz sobre você

A atração é instintiva, o que vem depois é com você!!!

O “dedo podre” não é obra do destino, nem é uma tragédia.

Você sempre se apaixona por homens que visualizam suas mensagens, quase não respondem as suas e depois enviam aquela clássica mensagem “oi sumida”? Por homens que parecem apaixonados no primeiro encontro, mas depois somem do nada?

Os homens no geral parecem só querem te ver durante a semana para momentos de prazer te usar como um objeto de prazer que é sempre deixado para segundo plano?

Está com a sensação de que faz tudo errado nos seus relacionamentos e se identifica com todos os memes do papel de trouxa. Você acredita firmemente que tem “dedo podre”.

Mas já que esse famoso dedo está na sua mão, por que não parar para pensar no que ele diz sobre você?

O que te atrai nas pessoas pode ter a ver com a forma como você vê o mundo ou suas experiências anteriores.

Em entrevista ao BuzzFeed Brasil, a psicóloga Laiz Maria Silva Chohfi, pesquisadora do Departamento de Psicologia da Aprendizagem do Desenvolvimento da Personalidade da USP, disse que não é verdade que a gente não escolhe por quem se apaixonar.

“Tem coisas que não necessariamente passam por um nível racional mas derivam do nosso histórico também”, diz.

psicóloga Laiz Maria Silva Chohfi

Ela explica que quando você olha para uma pessoa e sente atração instintiva, isso também tem a ver com a forma com que você se relaciona com o mundo.

“Não é exatamente racional, mas é uma escolha”, reforça Lais. Por exemplo, os casos das pessoas que se sentem inseguras e acabam se relacionando só com pessoas mais velhas.

A atração é instintiva, o que vem depois é com você.

A atração é pré-reflexiva, ou seja ocorre — ou melhor, estoura — antes da gente pensar conscientemente. Mas, como diz a psicóloga Laiz, “ao mesmo tempo os seres humanos são seres dotados de reflexão, portanto o desenrolar da história já é parte da nossa construção”.

É importante aprender o que é uma pessoa “errada” para você.

Não era amor, era cilada? Para Laiz, uma pessoa pode ser considerada “errada” para alguém por duas razões. “Ás vezes a gente se convence de que alguém não serve para nós porque a pessoa não está nos padrões da nossa família ou círculo social”, diz, falando sobre os preconceitos que às vezes os outros nos impõem.

Já a escolha errada de verdade é a que nos causa sofrimento. “Mesmo que a pessoa corresponda a todos os padrões supostamente certos”, diz Laiz.

Se perceber que está se repetindo algo que deu errado outras vezes, você pode parar e pensar a respeito.

Para Laiz, precisamos ter um olhar crítico sobre a própria vida. “Se trata de tomar a vida para si e dizer ‘posso estar apaixonado, mas sou eu quem escolhe’”, diz

Às vezes um relacionamento que funcionou no passado pode não ser o ideal para o seu momento atual.

“Às vezes, na terapia de casal, as pessoas percebem que já se gostaram e foi bom estar juntos, mas agora não são mais a melhor escolha um para o outro”, conta a psicóloga Eliana Frigerio.

É hora de amassar e jogar fora o seu papel de trouxa.

É legal brincar com os memes, mas na vida real a baixa autoestima cria um círculo vicioso, te levando a pensar que alguém legal nunca vai te querer. “Você busca inconscientemente a confirmação disso, se relacionando com pessoas que, de fato, não são legais com você”, explica a terapeuta de casal e família, Vera Masson Pugliesi.

Você pode e deve não se contentar com o seu dedo podre se quiser mudar o seu caminho.

Em vez de apenas pensar “ah, eu tenho dedo podre”, podemos reconstruir nosso caminho e ver por que sentimos o que sentimos. É o que recomenda a terapeuta de casal e família Vera Masson Pugliesi: “Tem que sair do pensamento automático. Não é verdade que, com você, as coisas serão sempre daquele jeito”

É preciso coragem para mudar um circuito de situações negativas.

Às vezes o clique da mudança começa com uma decisão aparentemente pequena, como não mandar uma mensagem ou virar as costas para conversar com outra pessoa em vez de seguir pagando pau para quem não está te fazendo bem.

Quanto maior a sua autoestima, maior a sua possibilidade de viver experiências diferentes entre si.

“É preciso você se aceitar para que comece a naturalmente a se apaixonar por pessoas diferentes”, diz a psicóloga Eliana Frigerio. Por exemplo, há casos de pessoas com autoestima baixa que procuram alguém controlador por não conseguirem imaginar um relacionamento de igual para igual.

Para mudar seus padrões de relacionamentos, você precisa primeiro investir no seu autoconhecimento.

“É uma questão de tomar consciência do que a gente é, da nossa personalidade”, diz Eliana. Mas precisa ser um ato consciente, não pode ter preguiça de aprender sobre quem você é. “Se trata muito de aprender com a própria história”, concorda Laiz.

O clichê antes só do que mal acompanhado existe por uma razão.

Entenda por quê você vem atraindo homens errados e descubra como mudar esta realidade.

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